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Erik Limongi analisa o Jus.BR que reúne consultas judiciais do país em uma única plataforma


O Conselho Nacional de Justiça lançou o Jus.BR, um portal de serviços unificados que centraliza a consulta de processos judiciais em todo o país. Com metade dos tribunais já integrados de forma completa, o sistema promete facilitar o acesso à Justiça e otimizar os serviços judiciais, incluindo peticionamento e envio de comunicações processuais.
Para o advogado Erik Limongi Sial, sócio- fundador do Limongi Advocacia, a celeridade da prestação jurisdicional, enquanto manifestação estatal de conformação jurídica das relações sociais, sempre foi o ideal perseguido pelo Poder Judiciário. “ Nessa perspectiva, o CNJ, sob a presidência do Ministro Luís Roberto Barroso, deu passo largo em prol da celeridade processual com a instituição do Jus.BR, portal de serviços unificado que congrega, numa única plataforma, a consulta a processos judiciais em trâmite em todas e quaisquer das cortes do país.

Erik lembra que ainda que alguns dos tribunais não tenham se adaptado ao Jus.BR, terão um ótimo prazo agora prorrogado pelo presidente do CNJ para que até janeiro próximo possa fazê-lo, no que será otimizada a atuação dos escritórios voltados ao contencioso, Brasil afora.
O Jus.BR, acessado por login único integrado ao Gov.br, permite a consulta unificada de processos, acesso a documentos judiciais e ferramentas para otimizar o trabalho de advogados, magistrados e servidores, promovendo uma Justiça mais eficiente e transparente”.

O Jus.br é um portal de serviços do Poder Judiciário que centraliza o acesso à Justiça. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é um órgão do Poder Judiciário que atua em todo o território nacional e tem sede em Brasília. O CNJ foi criado pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004, e instalado em 14 de junho de 2005. O CNJ desenvolve e coordena programas de âmbito nacional, como Conciliar é Legal, Metas do Judiciário, Lei Maria da Penha, Pai Presente, Começar de Novo, Justiça Aberta, e Justiça em Números.
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Limongi chega aos 30 anos com o escritório formado quase que exclusivamente por mulheres advogadas


Um escritório onde dos 85 profissionais que o integram, 65 são mulheres. Assim é o Limongi Advocacia. Seu sócio- fundador, Erik Limongi Sial e equipe celebram a trajetória dos 30 anos com vídeo institucional produzido pela agência de publicidade, Martalima Comunicação, reafirmando seus compromissos com a diversidade e inclusão.
O Limongi Advocacia reafirma seu compromissos com o mercado, congregando testemunhais importantes sobre seus serviços país afora, incluindo líderes de marcas nacionais atendidas pelo Limongi em áreas representativas como
O escritório, que teve início em 1994, no Recife, tem também o seu desempenho reconhecido em prestigiados rankins globais (Chambers & Partnes; Legal 500 e Leaders League), como um dos principais escritórios de advocacia contenciosa no Nordeste, assim como seu fundador é igualmente ranqueado.

Seus serviços são reconhecidos pelo compromisso de oferecer soluções jurídicas personalizadas e assertivas, consolidando-se assim como referência em assessoria corporativa. “Ao longo dessas três décadas, o Limongi Advocacia cresceu e se reinventou, atento às demandas de seus clientes, buscando sempre suplantar as expectativas desses. Há 19 anos, assumiu um papel de destaque no segmento de telecomunicações, assessorando várias das líderes de mercado. E igualmente ampliou sua atuação para os segmentos de saúde e seguros, consolidando assim sua expertise”, destaca seu sócio fundador.
Fotos: divulgação
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Ingrid anuncia vitória no CNJ para que o TJPE garanta o atendimento da advocacia


É como advogada, expressiva liderança da advocacia, na condição de quem atuou com expressividade na vice-presidência da Ordem em Pernambuco e, ainda, como candidata ao pleito de segunda-feira, 18, para comandar a OAB-PE que Ingrid Zanella comunica ter a atual gestão conseguido mais uma importante vitória para a advocacia do estado nesta sexta-feira, dia 15.
“O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) atendeu ao pedido da OAB-PE e determinou que o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) apresente um cronograma detalhado para a implantação de sistema que visa melhorar o atendimento aos advogados e jurisdicionados, trazendo mais transparência e efetividade à prestação jurisdicional”, explica uma entusiasmada Zanella .
Ela lembra: “essa é uma vitória nossa, da atual gestão . Ninguém poderá tirar essa verdade da gente. Com o nosso presidente Fernando Ribeiro Lins, perseguimos essa conquista com afinco. Lutamos junto ao TJPE por soluções práticas e urgentes e obtivemos esses resultado“, afirma.
A candidata destaca que essa conquista beneficiará advogadas e advogados de todo Pernambuco. A OAB-PE levou ao CNJ, com objetividade, as falhas no atendimento oferecido pelo TJPE. Entre as queixas mais comuns, estão as dificuldades no acesso por canais remotos, como WhatsApp, telefone, e-mail e balcão virtual, essenciais para o pleno exercício da advocacia e garantia do direito constitucional de acesso à justiça.
A decisão do CNJ reconhece a necessidade de transparência e efetividade no funcionamento do Judiciário, e ressalta que a implantação do sistema mencionado pelo TJPE é fundamental para garantir a comunicação direta e eficiente entre as unidades judiciais e os operadores do direito.
A Ordem também conquistou a inclusão do Conselho Federal da OAB como parte interessada no processo, ampliando o alcance e a representatividade da advocacia nesta causa.
Foto: Divulgação
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ARTIGO – A Operação Pente Fino do INSS e a importância da Atualização do CadÚnico


Por Patrícia Araújo*
Recentemente, o INSS intensificou suas ações de fiscalização, especialmente em relação aos benefícios assistenciais, com destaque para a operação “Pente Fino”. Essa iniciativa visa revisar a concessão dos benefícios, garantindo que os recursos sejam destinados a quem realmente precisa.
Neste contexto, a atualização do Cadastro Único (CadÚnico) tornou-se uma questão crucial, especialmente para aqueles que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A operação Pente Fino tem como objetivo verificar a regularidade dos benefícios assistenciais pagos pelo INSS, garantindo a eficiência no uso dos recursos públicos. A atualização do CadÚnico é uma parte fundamental desse processo, uma vez que fornece dados essenciais sobre a condição socioeconômica dos beneficiários.
A desatualização do CadÚnico pode levar à suspensão ou cancelamento do BPC. O INSS notifica os beneficiários sobre a necessidade de atualização e, caso não haja resposta, o benefício pode ser interrompido. Essa situação pode gerar sérias dificuldades financeiras para quem depende desse apoio.
Manter o CadÚnico atualizado é essencial para assegurar que os benefícios sejam direcionados corretamente. Além disso, a atualização regular ajuda a evitar problemas futuros, garantindo a continuidade do benefício e a proteção da dignidade dos beneficiários.
A operação Pente Fino do INSS destaca a importância da atualização do CadÚnico para a manutenção do BPC. É vital que os beneficiários estejam atentos às comunicações do INSS e atualizem suas informações prontamente, para evitar a cessação do benefício.
*Patrícia Araújo
Advogada previdenciária. Íntegra o PHR Soluções Jurídicas.Foto: Divulgação
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Ingrid Zanella lança proposta de anuidade zero durante cinco anos para jovens advogados na OAB/PE


Em mais uma ação pensada e estruturada para atender as necessidades da advocacia, Ingrid Zanella, candidata à presidência da OAB-PE, lançou, nesta segunda-feira (04), a proposta de anuidade zero para os jovens advogados e advogadas nos cinco primeiros anos na Ordem. Esse projeto vai incentivar e valorizar os novos advogados que começam a ocupar posições no mercado de trabalho, gerando impactos positivos no início das carreiras.
Candidata à presidência pela Chapa Renovação Experiente, juntamente com a vice, Schamkypou Bezerra, Ingrid explica que essa proposta será implantada “após a nossa posse, em 2025, atendendo milhares de pessoas que ingressam nos quadros da advocacia pernambucana todos os anos”. As seccionais de Santa Catarina (SC) e Mato Grosso (MT) estão adotando propostas semelhantes.
“Temos essa preocupação, desde o início da atual gestão, em apoiar e dar suporte para que os jovens advogados e advogadas tenham as condições básicas e necessárias para começar a trabalhar. Sabemos que a concorrência é grande e a luta por espaços também. Com a anuidade zero essas pessoas terão uma preocupação a menos nos anos iniciais de suas carreiras e poderão focar mais no trabalho e no empreendedorismo”, disse.
Desde 2022, o valor da anuidade da OAB/PE foi reduzido para R$ 800, um dos menores do Brasil, igual aos valores cobrados no Distrito Federal (DF) e Tocantins (TO). Essa medida foi um compromisso assumido e cumprido pela atual gestão, tendo à frente o advogado Fernando Ribeiro.
“A gente trabalha todos os dias para garantir que as nossas propostas sejam executadas, saiam do papel e atendam os anseios da advocacia”, disse Zanella e completou: “O que a gente promete, a gente cumpre”.
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Recifense entre os autores do e-book lançado pelo IDP e Universidade de Sorbonne


A advogada pernambucana, especializada em Direito Digital, Cacyone Barbosa integra o grupo de 30 autores que assinam análises e críticas abrangentes no oportuno E-book “ Perspectivas Atuais da Sustentabilidade – Cenários Internacional e Brasileiro . A iniciativa reúne pesquisadores e especialistas das mais diversas áreas .“ É uma honra trocar conhecimentos com esses profissionais, referência em suas atividades, em suas áreas de atuação. Espero que este livro inspire novas pesquisas, novas políticas e, sobretudo, novas e boas práticas que contribuam para um futuro mais justo, equilibrado e sustentáve , em todo o mundo”, destaca Barbosa.
A publicação é do respeitado Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa ( IDP ) com unidades-sedes em Brasília e São Paulo, em conjunto com a University Sorbonne, de Paris e pode ser lido gratuitamente nas plataformas, através das páginas desses centros de estudos. Cacyone que também é jornalista participa com texto sobre os “desafios e soluções na regulação da Inteligência Artificial: O papel da quebra de monopólios e a criação de um modelo regulatório global, temas aos quais aprofunda estudos e conhecimentos no momento. O E-book traz os textos em português, francês e italiano.
Os textos foram organizados pela advogada Grace Ladeira Garbaccio , do IDP e pelo professor Florent Pratlon, da Sobonne. O grupo de colaboradores reúne: Aluísio Masson; Ameury Beaudoin; Azzedini Bouadj; Cacyone Barbosa Gonçalves Lavareda; Dario Bevilacqua; Emma Chatard; Fekliz Dao; Folra Bastide; Florent Pratlong; Grace Ladeira Garbbaccio; Isadora Camargos; Izabel Cristina de Mdeiros Baptista; José Carlos de Queiros Elias; Jules Bourdareau; Jullya Carollyne Rodrigues Santos; Léo Duplais; Maria Matilde Lavouras; Mathilda Moulins; Mikaël Sellam; Paul Gerard- Vaurillon;Pauline Givelet; Pauline Hachet;Rodrigo Jorge Moraes; Salomé Gueguen;Sophie Lanadart;Vivien Cocquet-Huard;Wanessa Romanhol; Welligton Romanhol e Younes Kellou.
Segundo Francisco Schertel Ferreira Mendes, Diretor-Geral do IDP, “ o cenário contemporâneo nos impõe desafios que transcendem fronteiras e exigem reflexão profunda sobre as práticas e políticas que moldam o futuro de nossas sociedades. Neste contexto, a sustentabilidade emerge como um conceito central, envolvendo as questões ambientais, mas também sociais, econômicas e tecnológicas. “O livro, diz o diretor, oferece uma análise abrangente e crítica sobre esses temas que refletem a complexidade e urgência das questões que envolvem a sustentabilidade hoje. Vivemos em um momento em que as decisões locais têm repercussões globais, e as políticas implementadas em um país podem influenciar profundamente a vida de pessoas em outras partes do mundo”, afirmou para explicar a importância de se produzir conteúdos como esse.
E é a partir dessa compreensão, que os autores reunidos nessa publicação exploram , desde a evolução das políticas de Responsabilidade Social Corporativa (RSC) até as inovações tecnológicas que visam minimizar o impacto ambiental e social das atividades humanas”, lembra Cacyone Barbosa.
Foto: Divulgação
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Advogado que processa criminalmente Almir Reis consegue vitória no TJPE


Em uma importante vitória no Tribunal de Justiça de Pernambuco – TJPE, o advogado Alcymar Monteiro Junior, que processa criminalmente Almir Reis obteve decisão favorável em ação contra as fake news e a difamação que vinham circulando contra sua reputação. A decisão obriga a remoção imediata de publicações difamatórias dos blogs ‘Ponto de Vista’ e ‘Blog da Renata Gondim’, que, seguindo a divulgada promovida por Almir Reis, publicaram informações falsas, alegando que o advogado teria sido condenado por disseminar fake news.
Além disso, a Google Brasil foi obrigada a desindexar as postagens dos resultados de busca, impedindo a propagação das acusações consideradas sem fundamento. A medida busca proteger a imagem de Alcymar Monteiro Junior contra conteúdos lesivos e infundados, retirando das plataformas online informações enganosas que atentam contra sua integridade profissional.
“A decisão representa uma importante conquista na luta contra a difamação promovida por Almir Reis e seus aliados, reafirmando o compromisso com a verdade e a justiça. O combate à desinformação segue forte, estabelecendo um marco para a preservação da reputação e para a responsabilização daqueles que se valem da internet para espalhar inverdades”, comentou Alcymar Monteiro .
Censura
Em outras ocasiões, Alcymar Monteiro Junior processou Almir Reis por Danos Morais, Violação do Código de Ética e outras ações. Em uma das denúncias, o advogado ressalta que Almir Reis o acusou injustamente de espalhar “fake news”, além de tentar responsabilizá-lo por conteúdos de terceiros com vista ao pleito da OAB-PE.
Segundo Alcymar Monteiro Júnior, o candidato Almir Reis tenta intimidá-lo com representações jurídicas e com acusações de que estaria espalhando notícias falsas sobre sua candidatura. Entre as medidas adotadas por Alcymar Monteiro contra Reis estão o registro de um Boletim de Ocorrência denunciando intimidação; pedido formal de explicações no Juizado Especial Criminal (JECRIM). Notícia-crime por denunciação caluniosa, além de uma Ação por danos morais no Juizado Especial Cível e Representação na própria OAB por violação do Código de Ética.
Fotos: Divulgação
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Familiares de Marielle e Anderson relatam impactos das mortes


Mãe e viúva da vereadora e esposa do motorista foram ouvidos hoje RAFAEL CARDOSO – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL

Familiares da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, mortos em 14 de março de 2018, prestaram depoimento nesta quarta-feira (30) no primeiro dia de julgamento de Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, assassinos confessos da vereadora, no 4º Tribunal de Júri, no Rio de Janeiro.
Marinete Silva, mãe de Marielle; Mônica Benício, viúva da vereadora, e Ágatha Arnaus, viúva de Anderson Gomes, relataram o quanto os assassinatos impactaram a vida das famílias nesses seis anos e sete meses.
Os réus respondem pelos crimes de duplo homicídio triplamente qualificado – motivo torpe, emboscada e recurso que dificultou a defesa da vítima -, tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, assessora de Marielle e receptação do veículo usado no crime.
Os dois acusados estão acompanhando os depoimentos por videoconferência diretamente das unidades onde estão presos. Ronnie Lessa está na Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, e Élcio está no Centro de Inclusão e Reabilitação, em Brasília.
São esperadas nove testemunhas no total, sendo sete indicadas pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e duas pela defesa de Ronnie Lessa. A defesa de Élcio Queiroz desistiu de ouvir as testemunhas que havia requerido anteriormente.
Depoimentos
A primeira testemunha ouvida foi Fernanda Chaves, que estava no carro com a vereadora Marielle Franco e com o motorista Anderson Gomes no momento do crime. Na sequência, falaram Marinete Silva, Mônica Benício e Ágatha Arnaus.
Inquirida pelo Ministério Público e pelos advogados assistentes de acusação, Marinete Silva, mãe de Marielle, não se opôs a que os réus acompanhassem seu depoimento. Ela classificou como crueldade o assassinato e disse esperar uma condenação justa pelo que aconteceu com sua filha.
“Era minha primogênita, minha primeira filha. Era uma filha que eu me dediquei a vida inteira para criar, com muito sacrifício. Tiraram um pedaço de mim. A gente quer e precisa de uma condenação justa para minha filha. Espero essa condenação e a sociedade espera essa condenação”, declarou Marinete.
Marinete disse que não concordava com a vontade da filha de se eleger vereadora, mas que não podia impedir. “Eu fui contra. Eu não sentia uma coisa boa no meu coração em relação a um mandato partidário. Isso me preocupou bastante, mas quem era eu naquela época para contrariar aquela mulher com quase 38 anos?”, disse.
Mônica Benício
A vereadora Mônica Benício, viúva de Marielle, chorou em diversos momentos do depoimento, e disse precisar de remédios e tratamento psicológico até hoje para lidar com a perda.
Questionada pela promotoria sobre o engajamento de Marielle em questões fundiárias, uma das possíveis causas para o assassinato, Mônica confirmou que eram pautas prioritárias na atuação política da vereadora.
“Eu sou arquiteta e urbanista de formação, então essa pauta sempre me interessava e acompanhava, ouvindo um pouco mais de perto. Marielle tinha uma companheira arquiteta e urbanista, e ela estava no mandato justamente para discutir o direito à cidade, de maneira interseccional. E Marielle também defendia o direito à moradia digna na perspectiva da favela e da periferia”, disse Mônica.
A viúva de Marielle reforçou o quanto ela era atuante como vereadora e que o assassinato interrompeu uma trajetória em ascensão no campo político.
“Marielle estava no momento mais feliz da vida dela. Isso ela mesmo reconhecia na vida profissional. Não tinha dúvida nenhuma. Quem acompanhou a campanha, o início do mandato de Marielle a viu, um ano e três meses depois, a viu se transformar em uma figura enorme. Fosse pelas falas, pela postura, fosse pela segurança, reconhecimento pessoal do que queria. Ela era uma figura em ascensão política no partido, isso era notório”, disse Mônica.
Sobre a expectativa em relação ao julgamento, Mônica comentou a importância das condenações para a sociedade. Mas disse que, no campo pessoal, uma justiça plena é impossível.
“A única justiça possível seria não precisar estar aqui e ter a Marielle e o Anderson vivos. Mas para além disso, dentro do que é possível, eu espero que se faça a justiça que o Brasil e o mundo esperam há seis anos e sete meses. Porque isso é importante também. Não só para o símbolo, mas para Marielle Franco, defensora de direitos humanos, para o Anderson, pai do Arthur e marido da Ághata, enquanto pessoas, para que a gente possa dar o exemplo de crimes como esses não podem voltar a acontecer”, disse Mônica.
Ágatha Arnaus
A viúva de Anderson Gomes, Ágatha Arnaus, foi a quarta a depor nesta quarta-feira. Além da dor causada pela perda do marido, ela comentou o impacto sobre os cuidados do filho Arthur, que tem uma condição rara de saúde, e tinha um ano e oito meses na época do assassinato. Ela tem certeza de que o filho teve atrasos de desenvolvimento por causa da morte do pai.
“Eu tenho certeza que sim, porque desde a barriga quando o Anderson falava, o Arthur se mexia. A primeira coisa que o Arthur falou foi papai. Uma criança que sempre esteve com os dois. E aí, depois, por não ter pai, a mãe ficou saindo o tempo todo para ir à delegacia, para ir em caminhadas, para voltar a trabalhar”, disse Ágatha.
“O Arthur passava mal todo dia 13 ou 14 do mês, depois da morte do Anderson. Acho que muito também por ver na televisão e pelo jeito que eu chegava em casa. Ele já tinha perdido o pai. Eu estava resolvendo outras coisas também relacionadas à morte. Momento que ele ficou sem o pai e sem a mãe, porque muitas vezes eu estava na rua resolvendo outras coisas”, complementou.
Ter de lidar com todas as questões de saúde do filho sem Anderson a levaram ao limite, revelou. “O pior momento foi seis meses depois do assassinato, quando Arthur precisou passar por uma cirurgia. Os médicos chegaram a falar que ele não aguentaria, que eu deveria estar preparada. Foi a única vez que eu achei que ele não aguentaria. E eu passei a achar naquele momento, sem o Anderson, que eu também perderia o Arthur, que eu ficaria sozinha, e que minha família tinha acabado”.
A viúva disse que está na expectativa para que os acusados sejam finalmente responsabilizados pelo crime.
“Eu espero que as pessoas que me tiraram o Anderson, o pai do Arthur, paguem pelo o que elas fizeram. Eu não tenho como repor de forma alguma, eu não substituo o Anderson de forma alguma para o Arthur”, disse ao encerrar o depoimento.
Da Agência Brasil
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ARTIGO – A medida é toda!


Por Emília Queiroz
Quando ouvi isso, chamou-me bastante a atenção. Como advogada uso todo arcabouço para representar com excelência meus clientes e como professora nunca aceitei dar menos do que o aluno merece!
A medida é toda foge da superficialidade, que para Bauman torna a realidade líquida, descartável! Isso me tocou pela profundidade da tradução de um sentimento até então inominado. A criatividade da construção me fez procurar a autoria e descobri que é de alguém real como eu: advogada e professora, que dedica a vida a seu público. Passei a investigar a inspiração que fez ela coordenar perfeitamente as escolhas lexicais na construção de um período impactante!
Ela foi criada por um casal de advogados, militantes até hoje, que passou para as filhas a paixão pela advocacia. Dividiu a infância entre a escola e a sala dos advogados da Justiça do Trabalho. Foi adiantada nos estudos e esportes. Nunca calou diante de injustiças e ainda muito pequena, indignou-se com a imposição do colégio em segregar meninas, que representariam galinhas, enquanto os meninos, leões, independente da personalidade de cada um. Saiu em defesa das meninas. Questionou a limitação delas ao papel de presas dos predadores. Conquistou o direito das meninas serem leoas. Foi leoa na luta pelo direito das mulheres e vulneráveis, desde o ensino fundamental.
Aos 16 entrou na faculdade de Direito. Também sentia o chamado ao magistério e começou a dar aulas de inglês. Estagiou no jurídico da Caixa Econômica Federal, Prefeitura do Recife e Justiça Federal. Tornou-se bacharela aos 21.
Aprovada no temido Exame da Ordem, virou logo advogada. Isso abriu seu portal mágico da realização de sonhos. Nunca parou. Mas, aquela aprovação ainda não era suficiente, já foi logo aprovada no rígido certame do Mestrado em Direito da UFPE. Destacou-se e foi representante discente do PPGD. Foi colega de outra advogada de destaque, que também se tornaria professora: Ingrid Zanella.
Advogada e mestre, dava aulas em faculdades e cursinhos. Mas, seguindo a sina de muitos jovens advogados e professores, teve decepções, mas enfrentou todas. Percebia que tinha uma missão que unia seus dois talentos, a advocacia e a docência: formar advogados, acolhê-los, tomá-los pela mão e acompanhá-los no rito de passagem do bacharelato à advocacia. Empreendeu e mesmo desestimulada pelos líderes no mercado, abriu sua própria escola, onde passa tudo que sabe aos futuros advogados. Começou sua primeira turma com 20 alunos.
Lutou, perseverou, hoje as turmas têm fila de espera e são limitadas só pelo espaço que possa comportar os alunos. Já preparou mais de 13.000 bacharéis, que se tornaram advogados, que perguntavam a quantidade de horas de estudo, as questões a resolver, as páginas a ler para se tornarem advogados e a inspirou na resposta, baseada no seu case: a medida é toda.
A vida dela não é fácil e por vezes fica só o pó da rabiola, mas Schamky se propõe a ser vice presidente da OAB para seguir a missão de realizar sonhos dos advogados com intensidade, porque na OAB a medida é toda!
Emília Queiroz é advogada e professora
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Limongi Advocacia integra mais uma vez o ranking britânico “Legal 500”


O ranking britânico “Legal 500” foi lançada e o pernambucano Limongi Advocacia ocupa posição privilegiada, na categoria “Leading Firm”, título endossado pelas companhias nacionais, líderes nos segmentos e para os quais o Limongi presta assessoria jurídica em contencioso estratégico.
A reconhecida lista está em sua 37º edição e se constitui como referência para mais de 2.500 companhias mundiais, segundo seu banco de dados, levando em conta a sofisticação da atuação, repercussão econômica e impacto no respectivo segmento para o ranqueamento das bancas listadas.
O advogado Erik Limongi Sial, sócio-fundador do escritório também foi novamente apontado como destaque na categoria “Leading Partner”, enquanto a sócia sênior Graciele Pinheiro Lins o foi por como “Next Generation Partner”, ranqueamentos esses derivados dos testemunhos prestados pelas diretorias jurídicas das companhias atendidas pela banca!
O Limongi Advocacia celebradas consumistas juntamente com as comemorações dos seus 30 anos de atuação no mercado.
Foto: Divulgação